VERA  STIVAL  DE  GENARO 

                       Em 80, Caetaninho "de maior", Bete terminando o Colegial, Alexandre  na 2a série, animei-me e pedi readmissão na Prefeitura, retornando ao trabalho  do Magistério.  O Ca  forma-se Técnico  em Análises clínicas, sempre namorando com Márcia e a Bete forma-se em Pedagogia na     USP. O Alê faz sua 1a Comunhão.
                    O Ca e a Márcia casam-se em 1 de setembro de 1984  e, a 18 de agosto de 1985, dão-me  de presente de aniversário o meu primeiro neto, Leonardo. Em 87 mudam-se para Jundiaí, onde nasce a pequena Juliana, em 24 de maio de 1988. Muito bem estabelecidos ali, começam nova vida  e o Caetaninho retoma os estudos, de Direito, formando-se, posteriormente Advogado, pela Faculdade Anchieta, na cidade de Jundiaí.A 14 de setembro de 1990, exatamente na data das bodas de ouro dos meus pais, falece a vovó Celeste , deixando uma profunda tristeza em todos os familiares e amigos.Em 1992,eu e o Caetano deixamos a casa da Rua Jorge Tibiriçá, instalamos a Bete e o Alê no apartamento que nos coube por herança da vovó  Celeste, à Avenida 11 de Junho, e fomos MORAR no sítio, em Atibaia. Em 1994, a 29 de maio, casam-se Bete e Claudio, e fazemos a festa em 12 de junho,com a família dele vinda para a cerimônia religiosa, na Capela de Yara, perto do sítio.
             A Bete e eu fizéramos  uma permuta para continuarmos a trabalhar: ela,que por concurso escolhera Perus, para lecionar na E.M. Cândido Portinari, mais perto do sítio, trocaria comigo, para a E.M. Alcântara Machado, no Ipiranga.
             E assim, por  dois anos, diariamente, o Caetano e eu viajamos todas as madrugadas, do sítio rumo a S.Paulo, parando em Perus, a 38 km para eu lecionar e ele , carregando morango ou berinjela ou abobrinha ou uva, na perua Kombi, e levando para o mercadão ; e voltando às 16 horas,apanhava-me em Perus e voltávamos para o nosso Paraíso.
 Após tantos anos sem ouvirmos o chorinho de um nenê  na família, fomos presenteados, novamente pelos meus filhos Caetaninho e Márcia,  com mais um Genaro, o Francisco, o Tico, o Chiquinho, que veio encher de alegria e graça  a família toda, em 4 de julho de 1995.
               No final deste ano, consegui uma transferência para trabalhar no Gabinete da Secretaria Municipal de Educação, à Avenida Paulista, onde trabalhei até a minha aposentadoria, em 5 de fevereiro de 1998.
                Em 3 de novembro de 1997, novamente, Deus nos mandou mais uma bênção, a bonequinha mais fofa do mundo, a Carolina, a caçulinha e "Rapa de tacho" Genaro/Mishima.
                O Alexandre, nosso caçulinha, hoje com 24 anos, formou-se Advogado, foi morar independente, trabalha com o cunhado, o irmão e o pai, montou um escritório e nos enche de alegrias e mimos quando vem nos visitar, com sua namorada, Priscila.
                 No dia 27 de agosto, minha família tornou-se ainda maior e mais feliz com a chegada de Eloisa, filha da Bete e do Claudio e minha quinta netinha...