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- Conta
uma antiga lenda judaica que dese antes da criação,
todas as almas são guardadas sob o trono de Deus
aguardando até a data do nascimento. Quando a criança
é concebida , Deus designa um Anjo para que a acompanhe
até o útero de sua mãe. A partir deste momento, em
períodos exatos dos dias, o Anjo vai ensinando à essa
criança os mistérios e todos os conhecimentos do
universo e também como voltar ao Criador.
- No
momento do nascimento, o Anjo toca a criança com uma de
suas asas e ela esquece tudo o que aprendeu no ventre de
sua mãe e a partir daí esse novo ser começa a
caminhada da retomada do saber, de todos os ensinamentos
que o Anjo ensinou.
- No
momento da morte, o mesmo Anjo que fez a viagem de ida,
deve fazer a viagem de volta, portanto o momento do
desencarne é o momento de procura pelo seu Anjo para que
ele possa lhe guiar por este caminho.
- Os
encarregados por este serviço são setenta e dois anjos
chefiados por 9 príncipes.
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- Encontrando
o seu Anjo, encontrará o caminho do conhecimento e o
caminho até Deus.
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Origens
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-
- A
história sobre os Anjos é curta. Os gregos o chamavam
de Daimones (gênio, anjo, ser sobrenatural), os
egípcios os explicavam amplamente, mas foi tudo perdido
na época da ascensão do Império Cristão primitivo no
Oriente.
- Hoje,
o pouco que nos resta deriva dos estudos cabalísticos
desenvolvidos pelo povo judeus, que foram os primeiros a
acreditar nessa energia. O mundo cabalístico é dividido
em 4 hierarquias energéticas: emanação, criação,
formação e ação.
- Emanação
é o centro de todas as energias. Criação é o tempo e
espaço. Formação é o mundo das espécies, das coisas
concretas que têm forma definida. Ação é a força
pela qual cada individualidade criada, age e manifesta
vida e a Formação é a terceira categoria, da qual o
mundo angelical faz parte.
- A
palavra hebvraica para Anjo é Malakl, que significa
"Mensageiro". As primeiras descrições
relacionadas à anjos apareceram no antigo Testamento.
- A
menção mais antiga é relacionada à cidade de Ur
(Oriente Mëdio), de um Anjo que aparece há mais de 4000
a. C.
- Na
arte cristã, eles aparecem em 312 d.C introduzido pelo
imperador romano Constantino, que converteu-se ao
cristianismo quando teve uma visão de uma cruz no céu
antes de uma batalha importante. Em 325 d.C, no
Conncílio de Nicéia, a crença dos anjos foram
considerada dogmas da Igreja.
- Em
343 d.C foi determinado que reverenciá-los era idolatria
e que os anjos hebreus eram demônios.
- Em
787 d.C. no Sétimo Sínodo Ecumênico definiu-se dogma
somente em relação aos arcanjos: Miguel, Uriel, Gabriel
e Rafael.
- A
Auréola que circunda a cabeça dos anjos é de origem
oriental, Nimbo (do latim Nimbus), é o nome dado ao
disco ou aura parcial que emana da cabeça dos seres
divinos.
- Encontramos
no Panteão Muçulmano a citação sobre Azrael e Djibril
e sua correspondência com Rafael e Gabriel.
- Na
época de Jesus, o racionalismo causou algumas
diverificações quanto à crença dos judeus sobre
anjos. Os Saduceus negavam a existência dos anjos e os
tanseus aceitavam essa idéia.
- Jesus
fazia parte da irmandade dos Essênios, e em seus
registros se encontram várias menções sobre seres
amgelicais e no novo testamento, os anjos aparecem nos
momentos marcantes de sua vida : nascimento, pregações,
mártirio e "ressureição" e após a sua
ascensão, Jesus foi posto junto ao anjo Metatron.